Tudo fala de amor. Absolutamente tudo. Músicas, poesias, poemas, cartas, contos, epopéias, histórias, contos, fofocas, filmes, artigos científicos, embalagens de bombom, livros, ahmeudeusdocéu.
Talvez seja por tanto idealizar isso que nós nos esquecemos que ele não existe. É isso aí. Cara, lamento mesmo ter que ser a pessoa a te contar isso mas não existe aquele amor que você leu e ouviu em todo o lugar.
Você nunca o sentiu, aposto.
Simplesmente porque ele não existe!
Você já deve ter gostado muito de alguém a ponto de chorar quando essa pessoa te deixou. Quem não? Só que você coloca tanta expectativa em cima disso que quando acaba você pensa: “meu Deus, que merda”. Só que isso não é amor.
Talvez seja por tanto idealizar isso que nós nos esquecemos que ele não existe. É isso aí. Cara, lamento mesmo ter que ser a pessoa a te contar isso mas não existe aquele amor que você leu e ouviu em todo o lugar.
Você nunca o sentiu, aposto.
Simplesmente porque ele não existe!
Você já deve ter gostado muito de alguém a ponto de chorar quando essa pessoa te deixou. Quem não? Só que você coloca tanta expectativa em cima disso que quando acaba você pensa: “meu Deus, que merda”. Só que isso não é amor.
O problema é todo esse... As pessoas acham que estão amando, quando na verdade não estão. E é daí que surgem as paranóias.
Obsessão também não é amor. Muito menos um amor tão forte que virou loucura. É doença. É uma loucura inerte e pequena que virou uma loucura das bravas.
Ciúmes também não é amor. É insegurança na sua forma mais pura e destruidora. Aqueles que sabem controlar sua insegurança se dão melhor do que aqueles que a deixam fluir. Sabe quando a pessoa tem um rio de insegurança correndo sem barragem pelo corpo? Que merda que vira? Aquele ciúme possessivo e insuportável, Deus. Por esses e por outros motivos que ciúme também não é amor.
Porque ele não existe.
Você não o sentiu.
Você nem ao menos conhece algum infeliz que o sentiu;
Fala sério, seus pais não sentiram e alguns são felizes mesmo assim.
Porque o amor, aquele que realmente existe, é construído aos pouquinhos. O amor na verdade é confiança e respeito.
Atração física? Existem, sim. E há hormônios bem específicos para isso. Mas não vai passar de uma pegação louca se a outra pessoa não tiver um papo que agrade a você.
Quem te pede em namoro sem te conhecer direito não te ama.
Sua mãe te ama. Ela te pariu.
Existem pesquisas que comprovam que quando duas pessoas passam pela mesma experiência traumática ou dolorosa elas ficam meio ligadas. Tipo aquele conhecido seu que também perdeu o tio para o câncer e você se sente meio familiarizado com ele. Ou você acha que não doeu sair por aquele buraquinho apertado?
Ok, isso não explica quem nasceu de cesariana.
Enfim, para de sonhar com esse amor louco e bandido. Com pessoas impecavelmente lindas e sem defeitos. Para de esperar cada vez mais do seu namorado porque você viu um filme de comédia-romântica em que o cara deu um anel de diamantes pra esposa. Não culpe sua namorada porque ela tem celulite (as atrizes também têm, mas não aparecem). Não culpe seu namorado porque ele não te faz uma declaração de cinco em cinco minutos – isso te cansaria, vai por mim.
Quer algo melhor? Vá estudar para conhecer as estruturas que te fazem totalmente louca por aquele seu amigo gostoso que nunca te dá moral.
Vá fazer sexo.
Acredite, ajuda.
Obsessão também não é amor. Muito menos um amor tão forte que virou loucura. É doença. É uma loucura inerte e pequena que virou uma loucura das bravas.
Ciúmes também não é amor. É insegurança na sua forma mais pura e destruidora. Aqueles que sabem controlar sua insegurança se dão melhor do que aqueles que a deixam fluir. Sabe quando a pessoa tem um rio de insegurança correndo sem barragem pelo corpo? Que merda que vira? Aquele ciúme possessivo e insuportável, Deus. Por esses e por outros motivos que ciúme também não é amor.
Porque ele não existe.
Você não o sentiu.
Você nem ao menos conhece algum infeliz que o sentiu;
Fala sério, seus pais não sentiram e alguns são felizes mesmo assim.
Porque o amor, aquele que realmente existe, é construído aos pouquinhos. O amor na verdade é confiança e respeito.
Atração física? Existem, sim. E há hormônios bem específicos para isso. Mas não vai passar de uma pegação louca se a outra pessoa não tiver um papo que agrade a você.
Quem te pede em namoro sem te conhecer direito não te ama.
Sua mãe te ama. Ela te pariu.
Existem pesquisas que comprovam que quando duas pessoas passam pela mesma experiência traumática ou dolorosa elas ficam meio ligadas. Tipo aquele conhecido seu que também perdeu o tio para o câncer e você se sente meio familiarizado com ele. Ou você acha que não doeu sair por aquele buraquinho apertado?
Ok, isso não explica quem nasceu de cesariana.
Enfim, para de sonhar com esse amor louco e bandido. Com pessoas impecavelmente lindas e sem defeitos. Para de esperar cada vez mais do seu namorado porque você viu um filme de comédia-romântica em que o cara deu um anel de diamantes pra esposa. Não culpe sua namorada porque ela tem celulite (as atrizes também têm, mas não aparecem). Não culpe seu namorado porque ele não te faz uma declaração de cinco em cinco minutos – isso te cansaria, vai por mim.
Quer algo melhor? Vá estudar para conhecer as estruturas que te fazem totalmente louca por aquele seu amigo gostoso que nunca te dá moral.
Vá fazer sexo.
Acredite, ajuda.


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