TEQUILA, JOGOS dá tudo no mesmo, no final
"_ Nicolas? – perguntei novamente, segurando na maçaneta. Abri um pouco mais a porta e entrei parcialmente no quarto negro.
Foi o bastante.
Alguma coisa fria agarrou minha mão e me puxou violentamente pra dentro.
Ouvi algo bater atrás de mim, mas não reconheci o que era até meu corpo ser lançado com força contra a porta fechada. Meu grito foi cortado por uma mão firme tapando a minha boca. Meu corpo estava prensado por outro corpo contra a madeira. Minhas mãos estavam presas em algum lugar daquela confusão.
Eu estava imobilizada.
Até o tampão da minha boca ser preenchida pela boca dele na minha no mesmo instante. Até um calor conhecido percorrer cada milímetro do meu corpo.
Merda, Nicolas. "

